
No segundo dia da 9ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de União, essa quarta-feira (30), houve dinâmica, apresentação de propostas e a eleição dos delegados que irão representar o município na Conferência Estadual sobre o tema.
Foram eleitos:
- Caroline Ribeiro, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (conselheira nata).
- Delegados Representantes do Poder Público: Maria dos Remédios – orientadora social do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos (SCFV) (titular) e Francisco Filho, conselheiro tutelar (suplente).
- Representantes da Sociedade Civil: Antônio Paulo Assembléia de Deus (titular) e Layde Daiane CT (suplente).
- Crianças: Emanuele (titular) SCFV Vitória Graziely (suplente) SCFV/AABB comunidade.
- Adolescentes: Yara (titular) SCFV e Poliana/Marcelo (suplentes) AABB comunidade.
O evento está discutindo o tema: “Direitos de crianças e adolescentes diante das vulnerabilidades e dificuldades enfrentadas no contexto da pandemia de Covid-19: violações e vulnerabilidades e ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral, com respeito à diversidade”.
Houve discussões, dinâmicas e a conferência magna sobre o tema. Houve ainda diversas oficinas realizadas com o objetivo de buscar soluções para os problemas apresentados.
Algumas delas foram:
- Ampliação e consolidação da participação das crianças e adolescentes nos espaços de discussão e deliberação de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos seus direitos, durante e pós-pandemia.
- Participação da sociedade na deliberação, execução, gestão e controle social de políticas públicas públicas de promoção, proteção e defesa dos direitos considerando o cenário pandêmico.
- Garantia de recursos para as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes durante e pós pandemia. Os documentos orientadores serão encaminhados aos conselhos estaduais pelo Conanda.
A intenção principal, com a conferência, é ampliar e consolidar a participação de todos os atores sociais (poder público e sociedade civil) no tema.
A partir das amplas discussões, a Prefeitura poderá criar estratégias para a formulação de políticas públicas e garantia de proteção integral infanto-juvenil.





















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